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RSC-377 recebe melhorias entre São Francisco de Assis e Santiago

Rodovia terá mais R$ 7,1 milhões para recuperação de pavimento na ligação entre a Fronteira Oeste e o Centro do RS

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A imagem mostra máquinas trabalhando na compactação do asfalto
Expectativa é de que obras nos 61,9 quilômetros sejam finalizadas em outubro - Foto: Divulgação/Daer
Texto: Liana Ramos Carvalho

As condições de trafegabilidade da RSC-377 estão sendo recuperadas entre São Francisco de Assis e Santiago, na Região Central do Rio Grande do Sul. Iniciados neste mês, os serviços no trecho de 61,9 quilômetros integram o Plano de Obras 2021-2022 do Governo do Estado.

De acordo com o secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella, as ações dão sequência à qualificação de um importante corredor rodoviário que liga a Fronteira Oeste ao Vale do Jaguari e a outras regiões gaúchas.

“Já investimos quase R$ 5 milhões nas melhorias do pavimento entre os municípios de Alegrete, Manoel Viana e São Francisco de Assis, o que resultou numa rota de escoamento da produção agrícola muito mais segura e eficiente do ponto de vista logístico”, destaca o titular da pasta. “Agora, com mais R$ 7,1 milhões, avançaremos até Santiago, atendendo a uma relevante reivindicação da sociedade para o desenvolvimento da nossa economia”, acrescenta Costella.

No momento, três equipes de trabalho estão na RSC-377. A previsão é de que as obras no segmento entre São Francisco de Assis e Santiago sejam concluídas em outubro.

A imagem mostra trecho da rodovia recém restaurado
Recuperação entre Alegrete, Manoel Viana e São Francisco de Assis foi concluída com investimento de R$ 5 milhões - Foto: Divulgação/Daer

“Estamos realizando várias ações simultâneas, desde a retirada do asfalto danificado e a aplicação de concreto nos pontos críticos até o corte da vegetação às margens da estrada”, detalha o diretor-geral do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), Luciano Faustino. “Desejamos finalizar essas atividades o mais rápido possível, facilitando, assim, o escoamento da produção agropecuária, especialmente de soja, arroz e gado”, conclui o dirigente.

DAER-RS